Olá, leitores!
Acho que estou melhorando com a minha demora das postagens haha.
Bem, eu estava com tanta criatividade para postar, que quase não me vinha nenhuma ideia na cabeça.
Juro. Sou o tipo de pessoa que, quando sabe que quer alguma coisa, não consegue trazer essa coisa à cabeça.
Mas aí, quando eu de repente estava visitando uma página literária super legal no facebook, tive a ideia de fazer um post com "tirinhas literárias".
Não literalmente tirinhas literárias.
São tirinhas que tem haver com a literatura, com a leitura. E que, falando sério, fazem rir à beça hahaha!
Porque não descontrair um pouco as vezes, não é mesmo?
Vou creditar a página que eu pegar essas imagens - ainda não tive tempo de fazer as minhas próprias, apesar de já ter tido várias ideias.

Bem, vamos às imagens!

Espero que riam, gostem e se divirtam!








Creditando: todas a imagens que peguei, foram da página MEU LIVRO PREFERIDO, no facebook.

Beijos pessoal, até a próxima!


Wol, demorei bastante dessa vez.
Mais bastante do que o habitual.

Mas enfim...
Hehey, leitoreeees!
Espero que vocês estejam bem c:
Hoje eu vim falar, mais uma vez, sobre o Universo da Seleção.
(Vocês se lembram, não é? É claro que devem se lembrar) 
Se você está lendo este post e não sabe sobre a série de livros da Seleção, vá na barra de pesquisa daqui do blog e pesquise as resenhas que fiz.
Eu seria incapaz de deixar alguém que nunca ouviu falar dessa série continuar sem saber nada sobre essa série.
Then guys, let's go!
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Todos nós já sabemos que a série de livros da Seleção - é, aquela seriezinha que mudou a minha vida completamente - acabou na semana passada. Exatamente.
O quinto livro da série, A coroa, já chegou ao Brasil.
É. Nem mais um fragmento, nem mais um trecho, nem sequer mais um extra. 
America, Maxon, Aspen... Agora não passam de meras lembranças :(
Espero que eles nunca me abandonem.
Eu sei, é meio estranho falar assim, como se eles realmente existissem. 
Mas é que... Eles - me refiro a todos os personagens da série - nunca foram só personagens para mim.
Eu vivi o livro enquanto o li. Eu senti emoções. Eu chorei. Me apeguei aos personagens.
Então não ter uma continuação para saber o que acontece cada vez mais, é como se faltasse alguma coisa na minha vida. 
Como alguém que você ama e é apegado, e essa pessoa simplesmente "resolve" partir... 
Você sente falta.
Falta. É a palavra perfeita.
Como não sentir?
Simplesmente, criei um espaço na minha mente em que todos eles existem. 
Não, eu não estou falando que existem nos livros.
Estou falando que existem.
É instigante, para ser sincera.
Eles não "existem", de fato, mas eu criei um espaço em que eles existem.
Ah, já sei como me explicar: é como uma família literária. 
Eu já li vários livros, uns mais incríveis que os outros, mas este... Foi o que mais me tocou. O que mais me emocionou. O que entrou na minha vida / cérebro / imaginação para ficar eternamente.
Então eu fico frustrada sabendo que acabou. Que simplesmente teve um fim.
Eu sei que é só uma história, e sei que esse texto se torna cansativo só de olhar, mas é.
Não sei realmente com que intuito as histórias existem - se não só para existirem - , mas sei que, para mim, cada uma delas vira uma família.
Daí o criador dessa família precisa seguir com a vida, e dá um ponto final.
Sim, e me esmaga como se eu fosse uma formiga.
Mas, mesmo assim, eu agradeço a esses "criadores". 
Eu agradeço por eles me darem a oportunidade de ter um pedaço de vida vivida de uma forma incrível, mesmo que só na minha imaginação.
Agradeço por me permitirem rir, chorar, me emocionar apenas com letras em um papel.
Agradeço por eles fazerem dessas letras algo que mudou a minha vida. 

Eu agradeço a você, Kiera Cass, - autora dos livros de "A seleção" - pela imaginação que você teve, pelo que escreveu, pelos personagens que criou. Agradeço pela lições de vida que me ensinou em seus livros. Agradeço por ajudar na minha própria vida sem nem saber.

Eu te agradeço, sempre e todos os dias. Sem você, essa minha "Família" nunca teria existido, e com certeza eu não seria 30 % do que sou hoje.
Céus, como eu te agradeço... Você criou um universo que nunca imaginaria ser possível, e, como eu sou grata... 

Apesar de você não estar lendo isso, não me importo em desgastar minhas mãos digitando.
Devo muito a você da pessoa que sou hoje.

Eu te amo, Kiera Cass. Você merece mais do que aplausos.


Hmmm, estou chorando. 
Que droga.
Isso não foi nem a metade do que eu precisava falar, e vejam só o texto.
Argh.
Não consigo me conformar ainda.
Acho que este post foi somente de letras, hahaha.

Não, foi quase somente de letras.

Vou fazer uma coisa legal, para quebrar esse clima frustrante atormentador.

Os atores que eu gostaria para a seleção:

Audrey hollister como: America Singer





Só eu piro com a semelhança dela e da America?

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Chace Crawford como: Maxon Schreave




incrível *-*
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Bem, por enquanto só tem esses dois. 
Vou procurar pelos outros, mas, temporariamente, eles estão do jeitinho deles na minha imaginação.
haha
Até o próximo post! 


Hey gente!
Quantos meses sem vim aqui? 2?
Perdão! Mas infelizmente vai ter que ser assim até eu consertar meu computador e puder fazer as postagens por ele :c
Mas enfim. Não vou fazer um texto enorme falando sobre o tempo e o recurso que eu não tenho para postar as coisas no blog porque é bastante cansativo hahaha.

Vamos falar de série, porque, sinceramente... EU PRECISO FALAR SOBRE AS MINHAS QUERIDAS E FANTÁSTICAS BELAS SÉRIES.
*1: Supernatural - Sobrenatural.
Misericórdia. Não tem como começar a falar sobre essa série senão começando por "misericórdia". MANOOOOOO, me desculpa a minha "linguagem coloquial" mas, essa série MUDOU A MINHA LIFE!
"O que é isso?" É uma série inexplicavelmente incrível!
Eu amei desde o primeiro episódio, e fico encantada cada vez mais com cada um que assisto.
E nem vou falar nos 2 personagens... errr... principais.... sabe... ELES SÃO, TIPO. INCRÍVEIS ENTENDE? Sabe. por dentro e por fora, se é que você me entende hehehe.
Ok, chega de nhe nhe.
A série é incrível. Socorro. ME ABANA SENHOR. ME AJUDA AQUI.
Para quem ler esse post, eu indico. Assista pelo amor de Deus. Na netflix, em qualquer lugar. Você não vai se arrepender!

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Pronto, já parei com meu ataque de pânico  😊
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Supernatural:
Desde que era pequeno, Sam Winchester (Jared Padalecki) tentava escapar do próprio passsado. Após a misteriosa morte de Mary (Samantha Smith), o pai de Sam passou a procurar vingança contra as forças do mal que mataram a esposa, destruindo qualquer ser maligno que cruze o seu caminho. Ao contrário de Sam, Dean (Jensen Ackles), irmão mais velho, sempre quis seguir os passos do pai. Sam está determinado a se livrar do "negócio da família", mas sua vida está prestes a tomar os rumos que ele não desejava, quando ele fica sem escolhas a não ser unir-se ao irmão.

(coloquei essa capa porque algumas coisas contém spoilers hehehe)

Gente, é sério, essa série é incrível. Sam (rapaz do meio na foto) é o irmão de Dean (lado esquerdo da foto), e quando eles saem juntos à procura do pai que saiu para "caçar demônios", vivem experiências incríveis onde resolvem diversos casos sobrenaturais. Não é um terror de deixar os seus olhos abertos na hora de dormir (nem tanto), é uma coisa divertida, onde envolve bastante comédia hahahaha.

Depois de 1 mês assistindo a série, ganhei o colaaaaaaar que tanto queria deelaaaaa!!
Vejam a foto:


simplesmente amei!!!!
(Claro que dei uns 50.000 surtos)


Tá, vou colocar uns gifs e imagens que eu acho legal da série aqui, depois vou passar para a próxima:


(Dean sendo Dean <3)



(Sam e Dean sendo Sam e Dean <3)









(Eu amo vocês dois <3)


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*2: Shadowhunter 

2 Palavras: Meu. Deus.

Desde que lançara essa série eu tenho vontade de vim aqui para falar sobre ela. Caramba, demorou mas finalmente aconteceu...
Se alguns de vocês ainda não sabem, Shadowhunters foi baseado na serie de livros (perfeita e inigualável série) de Cassandra Clare: Os instrumentos mortais.
JESUS. ME AJUDA QUE EU NÃO SEI FALAR DESSES LIVROS SEM PIRAR.
Essa foi uma das melhores séries de livros que eu já li. Literalmente.
É incrível o nível de imaginação que a Cassandra consegue atingir.
Eu realmente queria ter essa criatividade dela *-*

Tá, mas isso não é uma resenha. Já já faço ela aqui.

Sobre a série:


Baseada nos livros Os Instrumentos Mortais, a série Shadowhunters acompanha a jovem Clary Fray, de 18 anos de idade, que descobre em seu aniversário que ela não é quem pensava ser, mas que vem de uma antiga linha de Caçadores de Sombras – seres híbridos de humanos e anjos que caçam demônios.
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A série é incrível, e também tem uma das coisas que a maioria dos leitores dos livros mais queriam ver: O amor de Clary e Jace.
É uma das minhas séries favoritas mas, sinceramente, prefiro os livros. A série é baseada neles, mas quase não tem haver com os livros.
Mas ainda assim, é incrível, e eu a amo!!!
Também indico 10000 vezes!!!

Imagens que eu acho legais:





(Clary e Jace <3)







Bem, pessoal, esse foi o post de hoje.
Ele foi feito com bastante rapidez, então perdoem-me se houver qualquer erro e por não estar tão emocionante quanto os que eu costumava fazer...

Beijão e até mais!

Hey leitores! Nossa, que saudade de estar digitando aqui... Mesmo não estando TANTO tempo sem postar assim... Mas enfim, não é para isso que estou aqui agora, não é? Tenho que pedir desculpa pela CENTÉSIMA vez por ter sumido do blog.

Não adianta, eu não tenho jeito mesmo.

Ah, mas não foi por acaso que eu passei todo esse tempo sem postar.
Primeiro: estou em semana de teste no colégio.O tempo que já não tenho, fica em dobro, e piora mais ainda as coisas.
Segundo: Estou lendo dois livros ao mesmo tempo! Apesar de que o artigo de "Leitura atual" aqui do blog está informando que estou lendo apenas um livro, ele meio que está mentindo. Hahaha!
E terceiro: ah, não tem terceiro... (risos).
Parei de ler Encontrada por dois dias e comecei a ler Crepusculo... Gente, agora esse livro está no topo da minha lista de MELHORES LIVROS JÁ ESCRITOS DA TERRA! Eu nunca me prendi tanto ao livro como este... ele muito mais do que simplesmente empreendedor. Ele é tudo! Tudo que eu queria (quero) ouvir, ver, falar, sentir... Enfim, ele tudo que eu esperava encontrar em um livro. Mas ainda não acabei de lê-lo, então não posso fazer a resenha :/
Porém, encontrada já foi terminado! 
Bom, quer dizer... quase. Tive que parar de ler porque Crepusculo infelizmente (ou felizmente), me roubou.  Mas já li o suficiente para fazer uma boa resenha (e dessa vez sem muito spoilers).
Claro, lógico e óbvio que vou dar continuidade a minha leitura quando terminar crepúsculo, jamais vou deixar essa leitura incrível de lado. Ainda mais quando eu quero realmente saber como vai ser esse final de Sofia e Ian.

**

Livro:

Encontrada


Dados do livro:
                                                 
Título: Encontrada - A espera do felizes para sempre
Autor (a): Carina Rissi
Editora: Verus
Ano: 2014
ISBN:  9788576863182
Número de paginas: 476

Sinopse:
Sofia está de volta ao século dezenove e mais que animada para começar a viver o seu final feliz ao lado de Ian Clarke. No entanto, em meio à loucura dos preparativos para o casamento, ela percebe que se tornar a sra. Clarke não vai ser tão simples quanto imaginava. As confusões encontram a garota antes mesmo de ela chegar ao altar — e uma tia intrometida que quer atrapalhar o relacionamento é apenas uma delas. Além disso, coisas estranhas estão acontecendo na vila. Ian parece estar enfrentando alguns problemas que prefere não dividir com a noiva. Decidida, Sofia fará o que estiver ao seu alcance para ajudar o homem que ama. Ela não está disposta a permitir que nada nem ninguém atrapalhe seu futuro. Porém suas ações podem pôr tudo a perder, e Sofia descobre que a única pessoa capaz de destruir seu felizes para sempre é ela própria. Em Encontrada: À espera do felizes para sempre, Carina Rissi traz de volta o mundo apaixonante de Ian e Sofia, nos permitindo mergulhar mais uma vez nesta maluca e envolvente história de amor.

Resenha:
Como todos sabem, Encontrada é o 2ª livro da série Perdida, de Carina Rissi, então para entender esta resenha, leia a do primeiro livro aqui.
Neste livro, a tensão é mais amenizada. Sofia e Ian irão se casar e ter seu final feliz, e não precisam mais se preocupar com o fato de que Sofia pode voltar para o século 21, pois ela teve a chance de escolher onde queria ficar, e escolheu o século 19. Ou melhor... escolheu o Ian. Mas acontece que, as coisas não estavam se saindo como Sofia havia imaginado... A cada momento é um novo problema, e quase todos criado por ela própria. Confusões, discussões... muitas coisas ao contrário do que ela havia imaginado. Será que seu final feliz estava virando de cabeça para baixo? Ah, mas é claro que não! Ele apenas estava demorando de acontecer perfeitamente. 
Por azar, quase que a pobre da Sofia e do Ian não se casam, pois o casamento era em Latim (que eu me lembre). 
~Mais uma confusão~
E para piorar mais ainda as coisas depois do constrangimento do casamento, começaram a surgir boatos de que Sofia era uma vergonha e poria fim na familía Clark.  E além desses boatos, ainda surgiu uma "tia"do Ian, que o apoiava. 
Sofia, apesar de estar encontrada novamente, começou a se encontrar perdida em meio a tudo isso.

~Como será que foi o seu final feliz?~
Leia e descubra!


Bom gente, desta vez a resenha foi um pouco menor... Mas não deixou de ser uma resenha, não é?
Espero que tenham gostado!
Até a próxima :)

É isso mesmo que você acabou de ler! O próximo filme da série divergente, convergente, tem trailer, e já foi liberado!!!! Eu sei, também estou quase infartando. Nem acredito que esse trailer DIVO já foi liberado!! Acho que já apertei o raplay 360 vezes hahaha.

"A Summit Entertainment divulgou hoje (15) o primeiro e alucinante trailer oficial de “A Série Divergente: Convergente“, terceiro filme da franquia distópica baseada nos livros de Veronica Roth. Dirigido por Robert Schwentke e estrelado por Shailene Woodley, Theo James, Ansel Elgort, Naomi Watts, Zoe Kravitz, Octavia Spencer, Jeff Daniels, Nadia Hilker, Bill Skarsgard e grande elenco, essa é a nova adaptação cinematográfica baseada na trilogia best-seller de Veronica Roth, onde a sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No poderoso desfecho da trilogia Divergente, de Veronica Roth, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor."

“A Série Divergente: Convergente” chega aos cinemas em 17 de março de 2016. Já “A Série Divergente: Ascendente” estreia um ano depois, no dia 24 de março de 2017.


Outra meta concluída!
Hey Brothers! Mais uma leitura completada! Terminei de ler o livro Perdida, que se tornou uma série da Carina Rissi (autora). Tenho o total prazer de dizer que o livro é incrivelmente empreendedor! Não conseguia passar um-minuto-sequer sem pensar o que aconteceria com os personagens a cada momento que eu lia. Um romance incrível e realista. Sinceramente, adoraria ir parar em 1830 (como a personagem principal), e saber como seria viver sem a tecnologia, mas sim com a "alma gêmea" da minha vida (kkkkkk).
A Carina está de parabéns! Amei, amei, amei o livro! Indico ele (mais para pessoas com 15 anos para cima) 1000 vezes! Ele vai te prender como se fosse uma corrente, e vai fazer você mergulhar sempre que puder em cada letra de cada página.
Esse livro é tipo: Wool!

*Comentário*:
Bem, desta vez não posso dizer que me identifiquei taaaanto assim com o livro, pois ele é mais um jovem adulto do que um jovem adolescente. Claro que houveram diversos momentos que eu super me identifiquei, como usar um vestido enorme, volumoso e cheio de trecos por dentro, que faz suar e me deixa sem respirar direito :p (Calma gente, é claro que é "meu sonho" usar um vestido da Cinderela, só que não com um monte de budega para me deixar sufocada hahaha). No mais, eu amei o livro. Criou mais um universo incrível na minha mente, além de ocupar um importante espaço no meu coração. Um livro muito bem pensado, criativo e bem escrito. Amei! (Pronta para ler o próximo).

Sinopse:
Perdida - Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos... 

Alerta de Spoiler.

Resenha:
Sofia vive uma vida normal em sua cidade. Nem um tanto feliz, nem um tanto triste. Na verdade, a vida dela era, sinceramente, decepcionante. Morava sozinha e ralava duro trabalhando muito para ter dinheiro para fazer alguma coisa na vida, sem falar que era a mais competente de seu trabalho. Seus pais morreram quando ainda era uma adolescente, o que tornou essa fase ainda mais difícil do que o que já é. Desde pequena, Sofia tinha uma melhor amiga, a Nina, que era linda! Pele morena, cabelos negros e cacheados, olhos cinzas de tão verdes, e um corpo incrível. Nina também não tinha os pais, mas não porquê haviam morrido, mas sim porquê tiveram uma briga por não aprovarem o namorado que ela escolheu para sua vida, que foi o Rafa. O Rafa era um lindo rapaz. Alto, forte, loiro e bonito, realmente enlouqueceria qualquer garota como a Nina. Porém, com o tempo, ele e a Nina começaram a brigar, e Rafa mostrou mais do que ele realmente era, ao invés de só mostrar o que aparentava ser. Mesmo com as brigas, ele e a Nina se amavam muito, e não desistiriam um do outro por nada no mundo! 
Assim como os pais de Nina, Sofia também não aprovava muito o namoro de sua amiga com o Rafa, principalmente por não saber como era estar apaixonada. Sofia era uma garota comum. Pele muito branca, olhos castanhos escuros e um cabelo meio castanho aloirado ( + ou - assim ). Não queria compromisso com ninguém, e nem aguentava ouvir falar em casamento. Amava ficar em casa e ler seus livros, tanto os livros on-line quanto os normais, impressos. 
E assim era a sua vida.
Trabalho TODOS os dias (fora os domingos), a casa desastrosamente bagunçada e desorganizada (por conta de não haver tempo suficiente para limpá-la), uma saída com a Nina e o Rafa de vez em quando, pizza aos domingos... e fim. Uma vida de verdade merece mais do que isso, não é mesmo? Ah, claro que merece! Mas Sofia não sabia disso, assim como também não sabia o que a aguardava no futuro, assim como também não achava sua vida decepcionante, e sim realista. 
Em mais-um-dia-comum de sua vida, Sofia recebe uma ligação de Nina dizendo que tinha algo muito importante para falar, pedindo que fosse encontrar com ela no Oca, uma barzinho que se encontravam de vez em quando, próximo de casa. Depois de muita imploração (e uns 50% de ameaça), sofia concorda em finalmente dar um tempo naquele apartamento e sair para esfriar a mente (além de saber o que Nina tinha de tão importante para falar).
E lá foi sofia. Se arrumou simples e rapidamente, e saiu de casa com o carro. 
Assim que chegou lá, resolveu tomar um pouco de chope. Mas, depois que Nina contou o algo tão importante que queria falar para ela, Sofia começou a exagerar na bebida. Nina a contou que convidaria o Rafa para morar com ela, e Sofia não gostou nem um pouco da ideia. Após conseguir convencer a Nina de que estava feliz com sua decisão, Sofia vai ao banheiro. Quando ela abaixa suas calças, o celular cai dentro do vaso sanitário. É claro que ela não enfiaria sua mão lá dentro para pegá-lo, então deixou ele para lá e resolveu comprar outro depois.
De uma hora para outra, já era de domingo de manhã, e Sofia estava em seu apartamento, dormindo na cama. Ela não conseguia se lembrar de como havia chegado ali, mas sabia que a falha da memória foi por conta da quantidade de álcool que ingeriu (errado, claro). Ela levantou com um pulo, se lembrando de que deveria comprar um celular novo, e rápido! Então se arrumou o mais rápido que pôde: tomou um banho, vestiu uma saia que ficava no meio da coxa, uma blusinha fresca, sua bolsa de lado (além do cabelo molhado), seus tênis all star vermelho, e saiu. Caminhou e caminhou pela cidade, até que começou a achar que as coisas estavam um pouco diferentes. Nada movimentado, nenhum barulho, quase ninguém pelas ruas, tudo calmo... Muito estranho. 
Ainda assim, continuou seu caminho a procura de uma loja que vendesse celulares, até que encontrou.
A loja estava completamente vazia, com apenas uma recepcionista, e os celulares que estavam ali não era como os que ela estava habituada a ver. Não eram muito tecnológicos ou novos. Então Sofia, que foi atendida pela mulher (recepcionista), perguntou a ela se não havia um celular mais avançado, que houvesse mais funções a serem feitas, e que fosse mais bonito. A mulher (depois de hesitar um pouco), lhe ofereceu o único, melhor e mais avançado celular da loja. Assim que Sofia o viu, quis comprar. Lógico que o seu primeiro pensamento foi: 
-Deve ser muito caro!
Mas o preço foi justíssimo, e a mulher que o vendeu quasse que não queria o entregar para Sofia. Ela era muito, muito estranha.
Moral da história? O celular que Sofia comprou não era um celular, e sim, na verdade, um tipo de "portal mágico" que a levou para 1830, e a mulher que lhe vendeu, era, na verdade, sua "fada madrinha" (digamos assim). 
E porquê a mulher a mandou para lá? Porque era lá que estava a vida de Sofia. Lá estava sua vida, sua felicidade, sua harmonia, e, o melhor de tudo... o amor da sua vida, que lhe faria feliz para sempre. 
A vida de Sofia foi pequeno erro de destino. Ela não pertencia ao lugar qual morava. Aquele não era seu lugar.
1830! Esse era seu lugar! Esse era o lugar onde a pessoa que faria da sua vida feliz estava!

Uffa! Como essa resenha foi grande... E olhe que eu ainda tentei simplificar! 
Bem, leitores, é isso. A resenha está CHEIA de Spoiler. Se eu colocasse 3 frases a mais, contaria a história inteira (e perderia a graça).
Descubra o que aconteceu com Sofia! 
Leia on-line no Watt Pad, ou então, compre o livro pela Skoob, Saraiva, ou na própria livraria.

*Beijos e até o próximo post*.




Hey galera! Me desculpem por mais um sumiço, é por causa da questão de tempo mesmo... Mas aqui estou eu, sendo o que eu sou... Não posso me seguraaaar (frozen) risos.>>>! Enfim gente, nunca mais coloquei uma crônica aqui no blog, então vamos lá!
*Procurei uma bem diferente e legal, espero que gostem!*
Crônica:
Quando chegavam ao escritório pela manhã, o senhor Google Pacheco sempre estava lá. Sentado a sua mesa ou correndo de um lado para outro, mantinha-se no seu memorável ritmo agitado, produção beirando o frenesi. Os funcionários o admiravam. Era sempre o primeiro a chegar e o último a sair (embora ninguém tenha testemunhado qualquer um destes acontecimentos).
– Acho que ele dorme no escritório – alguns arriscavam.
Outros já apelavam pro exagero:
– Dizem que ele nunca dorme.
Sr. Google Pacheco. O chefe do departamento de marketing. Baixo e gordinho. Feição inocente, quase boba. Chamava a atenção pelas roupas, sempre de cores vívidas, cintilantes. Geralmente, boné azul, camiseta vermelha, calças amarelas e tênis verde. Às vezes, invertia as cores, mas nunca as abandonava. Roupas estranhas para um homem de nome estranho. A personagem perfeita para textos humorísticos.
Quando era novo na empresa, ainda apenas um singelo desconhecido, causava confusão com seu nome. Liam o crachá e diziam:
– Bom dia, sr. Gógle.
Ele corrigia, sempre sorridente e simpático.
– Não, não. Pronuncia-se Gúgou.
– Gúgou?
– É a centésima potência do número 10.
– Uau.
Até o nome carregava seu estigma de gênio absoluto. O Sr. Google era uma enciclopédia ambulante. Parecia ser senhor de todo o conhecimento. Portador de solução para os mais variados problemas na ponta da língua. Para cada desafio proposto no dia a dia da empresa, vertia um turbilhão de soluções precisas e automáticas.
Com sua eficiência derramada a cada suspiro, de auxiliar no departamento de marketing chegou à chefia em poucos meses.  Com o passar dos dias e semanas, a experiência acumulando-se nas veias, parecia saber o que as pessoas queriam antes de terminarem de falar.
– Seu Google, o senhor sabe que horas…?
– … será a reunião do conselho?
– Isso. Isso mesmo.
– 16 horas.
Era um gênio. Disposição tamanha, não demorou muito e começaram a abordar assuntos mais pessoais.
– Sr. Google, preciso de sua ajuda. Como faço para con…
– Conquistar sua melhor amiga?
– Uau. Como o senhor sabe?
E derramava soluções. Como se não bastasse a prontidão, começou a oferecer várias opções.
– Sr. Google, chocolate dá…?
– Espinha? Celulite? Cólica no bebê?
– Éééé…
– Sono? Dor de cabeça? Azia?
– Eu…
– Enxaqueca? Energia? Gases?
– Isso – disse, ruborizada. – Gases.
– Ahá. Você está com sorte, menina!
Até o poderoso e inacessível dono da empresa, cuja agenda diária se resumia a constantes viagens de negócio pela Europa, começou a passar mais tempo no Brasil. E quase todos os dias, ia na empresa. Mas nem entrava em sua sala. Já ia direto para a sala do senhor Google. Os curiosos e fofoqueiros discutiam o teor das conversas atrás daquelas portas. Uns diziam que falavam apenas sobre bolsa de valores. Acontecimentos mundiais, tendências econômicas, essas coisas. Outros achavam que a conversa só passeava pela arena dos assuntos pessoais.
Independentemente do conteúdo destes encontros a portas fechadas, a empresa só crescia. E os funcionários eram unânimes em admitir: depois da chegada do Sr. Google, a vida de todos eles se tornou mais completa e intensa.
Certo dia, o Sr. Google não apareceu para trabalhar. A princípio, pairou uma tensão camuflada no ar. A medida que as horas foram passando, e o Sr. Google não aparecia, fez-se um clima de desespero. Começaram a ligar para o seu celular, mas dava como número inexistente. Alguém tem o telefone da casa dele? O resultado foi o mesmo: número inexistente. Onde ele morava mesmo? Ninguém sabia. O desespero instalou-se no prédio. Ninguém conseguia fazer nada. Ficavam andando de um lado para outro, perdidos. Nem a dona Gertrudes conseguiu fazer o café.
Durante dias, ninguém trabalhou. Dúvidas sobre o andamento da empresa – diziam que ações da empresa estavam tendo quedas vertiginosas. Os funcionários sentiam-se curvados ante o peso dos problemas pessoais que não conseguiam resolver sem a ajuda e os conselhos do Sr. Google.
Duas semanas depois, e metade deles não mais aparecia na empresa. Dois ou três mergulharam de cabeça no alcoolismo. Outro se jogou da ponte. E o poderoso dono da empresa, quem diria, foi flagrado diversas vezes em prantos, cambaleando pelos corredores fantasmagóricos e mal-iluminados da empresa que veio à falência, dias depois.
Quanto ao sr. Google, nunca mais foi visto. Dizem por aí que montou um site e ficou milionário. Mas comprovar mesmo, ninguém nunca comprovou.
Senhor Google Pacheco

Hey leitores! Já terminei o 4º livro da série A seleção. HÁ! 
Meu coração ta fervendo de ansiedade com o 5º livro que a Kiera ainda vai lançar. Sinceramente, não sei o que vai ser de mim... Passei meus últimos meses lendo toda a série da seleção, vivendo e vivendo ela cada vez mais... E agora vou ter que ter a humilde paciência de esperar a Kiera Cass escrever o próximo livro (que será o último). Por enquanto, vou me degustar nos contos da seleção, começando com O príncipe ou com Felizes para sempre. Ou com O guarda... Ah não sei! Queria que tivesse um livro só com todos os contos da seleção, assim ficava mais fácil. Mas, por hora, ainda estou decidindo quais dos livros vou ler primeiro. Gente, preciso... dizer uma coisa... Quero um Maxon PARA MIM! Aaahh, Deus!! Maxon!! Não sei, estou pirando... Deus, Deus, Deus... Já acabei o 4º livro, mas o 3º não sai da minha cabeçaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! S-E-N-H-O-R
Estou pensando seriamente em criar um canal no youtube! Preciso falar sobre esse livro que me deu um misto de emoções fantásticas! Eu chorei, ri, me estressei.... Foram tantas emoções que nem sei explicar. Maxon, você vive no meu coração <<3
E America, você vive em mim, então... Vou viver você eternamente! 
*Pronto, já falei*.

Bem, vamos ao que interessa:

(se você não leu nenhum dos livros anteriores desta série, pare de ler agora.)
*Alerta de Spoiler*

ISBN-13: 9788565765657
ISBN-10: 8565765652
Ano: 2015 / Páginas: 390
Idioma: português 
Editora: Seguinte

Comentário:
Muitas pessoas dizem que esse livro é meio "chato". Bom, eu não sou "muitas pessoas", e discordo disso. Não, o livro não é chato. Algumas pessoas o consideram chato apenas pelo fato da diferença dele entre os três livros anteriores da série. E qual a diferença:
A: Nesse livro, não é mais America que narra a história, é a filha dela, Eadlyn.
B: Eadlyn é completamente diferente de America, e a linguagem coloquial que ela usa é completamente diferente dos livros anteriores.
C: Eadlyn também é muito diferente de America porque se mostra durona, e que não precisa de um marido para governar um país (pelo menos do começo para o meio do livro é assim).
D: O livro tem uma linguagem muito distinta da dos 3 primeiros livros, e isso torna as coisas um pouco chatas, porque quando se lê um livro, nos acostumamos com a escrita dele, e ler um outro que faça parte da mesma série e ter que se acostumar com outra escrita tudo de novo, é meio cansativo. 

Tá tá tá.... parei de falar.

Resenha:
Em A herdeira, o livro não conta mais a história de America e Maxon, pois ela teve um fim (e muito feliz) no terceiro livro.
Neste, passaram-se 18 anos desde o casamento de America e Maxon, e ele é narrado por sua filha, Eadlyn, que será a herdeira do trono por nascer sete minutos antes de seu irmão gêmeo, Ahren. No livro, ocorre uma "nova seleção", que serviria de distração para as pessoas de algumas províncias que não estavam nada felizes com o fim das castas. 
Eadlyn tinha uma personalidade completamente diferente da mãe. Se achava poderosa, e que não precisava de nenhum marido para governar um país. 
Ela fica indignada com o fato de que vai ter que aceitar a participar da seleção, então fez um acordo com o pai (Maxon): A seleção duraria três meses, tempo suficiente de distração enquanto o rei e a rainha pensavam em alguma coisa para acabar com as espécie de "novos rebeldes" que estavam se revoltando. 
Porém, com o tempo, Eadlyn vê que há sim possibilidades de se apaixonar, e que a maioria dos garotos da seleção estavam se tornando muito importantes para ela, principalmente seu amigo de infância, Kile, que tinha se inscrito na seleção por engano. 
No fim do livro, Eadlyn para de negar a si mesma que não está se importando com os garotos, e vê que há realmente a possibilidade de no fim, sair com um anel no dedo. 

Essa é a foto da Eadlyn (a que fica na capa do livro)


A resenha foi um pouco curta... Mas se eu acrescentasse mais, com certeza teriam ainda mais Spoilers!

Espero que tenham gostado!

Yai gente?! Prontos para mais uma sessão John Green? hahahaha
Acabei de entrar no site da intrínseca, e achei um artigo muito legal onde tem 10 motivos que provam que o nosso querido escritor João Verde (traduzindo para o português) é incrível! 
Veja exatamente como o artigo está:

Hoje, 24 de agosto, celebramos o aniversário de um de nossos autores mais queridos: John Green! Além de ter criado histórias e personagens inesquecíveis, ele é o capitão dos Nerdfighters, provando, diariamente, que por mais esquisito que você se sinta, sempre haverá alguém que o fará se sentir especial.
Para celebrar a data, a equipe da Intrínseca e nossos seguidores nas redes sociais listaram as 10 razões que tornam John Green incrível:
 O cartão incrível que ele entregou para nossa equipe quando esteve no Brasil.
2
(“Muito obrigada a todos vocês por mudarem a minha vida e levarem meus livros a tantos leitores brasileiros. Vocês são incríveis.”)
 Ele é MUITO fã de futebol.
3
 Ele tem a “capacidade de nos fazer rir e depois chorar.
4
Ele sabe escrever sobre o amor de um jeito que qualquer um consegue entender e se envolver.”
5
Ele sempre mostra a verdade, por mais que ela doa. Se você dirigir bêbado, morre. O câncer mata, sim. Final feliz não significa casar e ter filhos com seu amigo de infância. Um dia você vai levar um fora, vai implorar para voltar e a pessoa te dirá ‘não’
6
Ele acha importante que as marcas que deixamos no mundo sejam positivas.
7
Ele se propõe a discutir problemas sérios como TOC e depressão.
10
 Ele apoia todo tipo de talento.
9
Ele mostra que cada pessoa, à sua maneira, pode ser incrível.
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A forma hilária como ele fala “A culpa é das estrelas” em português.
(disponibilizado no twitter da intrínseca).

Ele é ou não é incrível?
Para mim é <3
*Até próximo post*