Hey leitores! Já terminei o 4º livro da série A seleção. HÁ! 
Meu coração ta fervendo de ansiedade com o 5º livro que a Kiera ainda vai lançar. Sinceramente, não sei o que vai ser de mim... Passei meus últimos meses lendo toda a série da seleção, vivendo e vivendo ela cada vez mais... E agora vou ter que ter a humilde paciência de esperar a Kiera Cass escrever o próximo livro (que será o último). Por enquanto, vou me degustar nos contos da seleção, começando com O príncipe ou com Felizes para sempre. Ou com O guarda... Ah não sei! Queria que tivesse um livro só com todos os contos da seleção, assim ficava mais fácil. Mas, por hora, ainda estou decidindo quais dos livros vou ler primeiro. Gente, preciso... dizer uma coisa... Quero um Maxon PARA MIM! Aaahh, Deus!! Maxon!! Não sei, estou pirando... Deus, Deus, Deus... Já acabei o 4º livro, mas o 3º não sai da minha cabeçaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! S-E-N-H-O-R
Estou pensando seriamente em criar um canal no youtube! Preciso falar sobre esse livro que me deu um misto de emoções fantásticas! Eu chorei, ri, me estressei.... Foram tantas emoções que nem sei explicar. Maxon, você vive no meu coração <<3
E America, você vive em mim, então... Vou viver você eternamente! 
*Pronto, já falei*.

Bem, vamos ao que interessa:

(se você não leu nenhum dos livros anteriores desta série, pare de ler agora.)
*Alerta de Spoiler*

ISBN-13: 9788565765657
ISBN-10: 8565765652
Ano: 2015 / Páginas: 390
Idioma: português 
Editora: Seguinte

Comentário:
Muitas pessoas dizem que esse livro é meio "chato". Bom, eu não sou "muitas pessoas", e discordo disso. Não, o livro não é chato. Algumas pessoas o consideram chato apenas pelo fato da diferença dele entre os três livros anteriores da série. E qual a diferença:
A: Nesse livro, não é mais America que narra a história, é a filha dela, Eadlyn.
B: Eadlyn é completamente diferente de America, e a linguagem coloquial que ela usa é completamente diferente dos livros anteriores.
C: Eadlyn também é muito diferente de America porque se mostra durona, e que não precisa de um marido para governar um país (pelo menos do começo para o meio do livro é assim).
D: O livro tem uma linguagem muito distinta da dos 3 primeiros livros, e isso torna as coisas um pouco chatas, porque quando se lê um livro, nos acostumamos com a escrita dele, e ler um outro que faça parte da mesma série e ter que se acostumar com outra escrita tudo de novo, é meio cansativo. 

Tá tá tá.... parei de falar.

Resenha:
Em A herdeira, o livro não conta mais a história de America e Maxon, pois ela teve um fim (e muito feliz) no terceiro livro.
Neste, passaram-se 18 anos desde o casamento de America e Maxon, e ele é narrado por sua filha, Eadlyn, que será a herdeira do trono por nascer sete minutos antes de seu irmão gêmeo, Ahren. No livro, ocorre uma "nova seleção", que serviria de distração para as pessoas de algumas províncias que não estavam nada felizes com o fim das castas. 
Eadlyn tinha uma personalidade completamente diferente da mãe. Se achava poderosa, e que não precisava de nenhum marido para governar um país. 
Ela fica indignada com o fato de que vai ter que aceitar a participar da seleção, então fez um acordo com o pai (Maxon): A seleção duraria três meses, tempo suficiente de distração enquanto o rei e a rainha pensavam em alguma coisa para acabar com as espécie de "novos rebeldes" que estavam se revoltando. 
Porém, com o tempo, Eadlyn vê que há sim possibilidades de se apaixonar, e que a maioria dos garotos da seleção estavam se tornando muito importantes para ela, principalmente seu amigo de infância, Kile, que tinha se inscrito na seleção por engano. 
No fim do livro, Eadlyn para de negar a si mesma que não está se importando com os garotos, e vê que há realmente a possibilidade de no fim, sair com um anel no dedo. 

Essa é a foto da Eadlyn (a que fica na capa do livro)


A resenha foi um pouco curta... Mas se eu acrescentasse mais, com certeza teriam ainda mais Spoilers!

Espero que tenham gostado!

5 Comentários

  1. Ester, mulher, bate aqui!!!!!
    Eu achei que fosse só eu no universo que tinha essa opinião sobre a A Herdeira! Os fãs não conseguiram superar o fato de que não é mas America que narra, e que não é a personalidade de America embutida na filha... Eu acho que se fosse uma segunda America teria ficado chato... Por que seria clichê. Tem quem diga que ela( Eadlyn) é auto-suficiente demais, mas quem não quer ser super rica, independente, amada pela família... Eu quero! Hahahaha

    Beijos!

    http://tordodemorango.blogspot.com.br/

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    1. Exatamente! O livro só mostra uma garota normal, com defeitos como todo mundo. E realmente seria clichê colocar Eadlyn como uma segunda America.
      E, logico, todos queremos ser ricos kkkkkkkk
      Se alguém disser que não, está mentindo só para não se gabar hahaha
      Bjjjus

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  2. Amei o post, concordo com voces meninas! Estou ansiosa - desesperada -pelo proximo livro da saga #seleção

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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